Os juros de empréstimo são, na verdade, a remuneração dada às instituições financeiras e credoras quando estas cedem uma quantia de dinheiro ao consumidor. Eles são incididos diretamente no custo da operação de crédito e embutidos no CET (Custo Efetivo Total) presente no contrato.

Ao solicitar uma linha de crédito, você está adquirindo uma dívida, por isso existem algumas consequências caso não haja o pagamento de tal débito. Uma delas é o registro do nome no Serasa ou no Sistema de Proteção ao Crédito (SPC). 

Para isso não acontecer, entender como calcular juros de empréstimo é essencial. Sabendo como eles serão incididos, fica mais fácil encontrar as melhores oportunidades de empréstimo. Se quiser entender mais sobre isso, confira abaixo!

Como calcular os juros?

Como citamos acima, os juros de empréstimo são o valor que a empresa credora recebe em troca de “emprestar” o dinheiro. Contudo, este é apenas o conceito sobre o que são, já que há alguns componentes que auxiliam na definição do seu valor final, como:

  • inflação;
  • situação fiscal do setor público;
  • taxa Selic;
  • contas externas do país.

Dessa maneira, é interessante pensar nos juros como qualquer outro produto do mercado — em que há diversos fatores utilizados como base para calculá-los. A fim de encontrar empréstimo com juros baixos, você deve analisar o risco de cada operação.

Modalidades com os menores juros

Empréstimos como o consignado e o refinanciamento são alguns exemplos de modalidades que possuem uma das menores taxas de juros do mercado de crédito financeiro. Vamos conhecer algumas delas.

Empréstimo consignado

Os juros desse tipo de empréstimo são voltados a um grupo específico de pessoas — militares, aposentados/pensionistas do INSS e empregados de empresas privadas —, já que as prestações são descontadas na folha de pagamento.

Assim, como há uma garantia para a quitação da dívida, a taxa de juro costuma ser uma das mais baixas do mercado, e o cliente pode pegar emprestado até 40% do salário ou rendimento, independentemente de quantos empréstimos ele tenha.

Refinanciamento

Os juros de empréstimo de refinanciamento são menores, já que, nessa modalidade, há um bem oferecido como garantia, geralmente um imóvel. Nesse caso, os valores emprestados costumam ser maiores, e os prazos de pagamento são mais alongados também.

Cubos brancos com símbolos de porcentagem.

Antecipação de saque-aniversário ou restituição de IR

Caso você tenha feito a opção pelo saque-aniversário do FGTS, é possível adiantar até cinco anos de parcelas, com juros baixos também. Entretanto, vale lembrar que, ao chegar a data de recebimento do valor, ele irá diretamente ao banco para quitar a dívida.

O mesmo acontece com a antecipação do Imposto de Renda (IR). Caso você tenha direito, em vez de aguardar sua vez para receber, é possível adiantar o valor. Os juros costumam ser mais baixos, justamente porque há a garantia de recebimento.

Juros simples e compostos

Caso esteja se perguntando em como calcular a taxa de juros de empréstimo, fique atento às duas modalidades de juros — simples e composto —, que detalhamos a seguir.

Juros de empréstimo simples

Assim como seu nome indica, o cálculo dos juros simples não é difícil de entender. O valor que será incidido em cada prestação do empréstimo é definido na contratação do serviço, sendo aplicado mês a mês.

Por exemplo, se você solicitou uma modalidade de crédito pessoal de R$ 2 mil, e a taxa de juros de empréstimo é fixa em 5%, o valor a ser cobrado é R$ 100, sendo que o valor total é diluído em parcelas — podem ser em cinco, dez ou 20. Note que o valor mensal é fixo e que não há cobrança de taxas mensais.

Juros de empréstimo compostos

Os juros compostos, ao contrário da taxa simples, não possuem um valor fixo. Inicialmente, eles incidem sobre a quantia concedida mais o valor cobrado dos juros no mês anterior. Para entender melhor, veja o exemplo.

Se o valor que você pegou foi de R$ 2 mil e, a taxa dos juros de empréstimo acordada foi de 5%, R$ 100 de taxa será a quantia da primeira parcela. Porém, no próximo mês, o cálculo será 5% sobre R$ 2.100 — o valor inicial mais a taxa anterior —, e assim por diante.

Planeje-se antes

Uma boa ideia para fazer um bom negócio é usar um simulador de empréstimo. Com ele, é possível saber o quanto você pagará de juros dentro do prazo que você estipular. Assim, dá para ver o valor das parcelas antes mesmo de fechar o contrato.

Isso é muito importante, porque com o simulador você consegue se planejar. Afinal, a ideia é se livrar de dívidas, e não contrair mais uma. Sabendo com antecedência o quanto vai pagar de parcelas, fica mais tranquilo solicitar uma linha de crédito sem apertar o orçamento.

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Entre muitas outras finalidades que o empréstimo bancário pode ter, uma delas — muito utilizada pela população — é a quitação de dívidas. No entanto, o que deveria servir para sanar os débitos de uma pessoa pode acabar se tornando, de fato, o problema.

Nesse caso, para quem já possui um imóvel próprio em seu nome, uma boa ideia é dá-lo como garantia ao banco para solicitar outro empréstimo: o refinanciamento. Para isso, conte com a Melhortaxa!

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