Entenda a diferença entre consórcio e financiamento

Vantagens e desvantagens de ambos devem ser pesadas de acordo com o perfil do comprador

Assim como o empréstimo imobiliário junto a um credor, se tornar consorciado de uma administradora também é uma opção se tratando de compra de imóvel. No entanto, há uma diferença entre consórcio e financiamento que é fundamental para se considerar ao escolher alguma das duas opções para comprar o seu apartamento novo.

 

Para saber quais os pontos importantes a se saber sobre o consórcio e a sua principal diferença com o financiamento imobiliário, confira o post abaixo da Melhor Taxa!

Como é dado o processo de um financiamento imobiliário?

O financiamento direto com a construtora ou em parceria com uma instituição financeira pode ser a forma mais acessível para um consumidor conseguir adquirir a sua casa própria. Na maioria das vezes com valores altos e pouco possíveis de serem pagos à vista, comprá-la utilizando um credor acaba sendo a opção mais buscada pelas pessoas. Esse processo, no entanto, envolve burocracias e taxas.

 

Primeiramente, é necessário que o consumidor interessado em adquirir seu imóvel pesquise o mercado atrás de empreendimentos que lhe agradem. Sabendo os valores desses, é possível, então, fazer simulações de financiamento junto aos bancos para ter um levantamento do montante envolvido nas prestações e nas taxas a serem cobradas.

Essa parte é fundamental para adquirir o melhor financiamento imobiliário para o bolso do consumidor. Normalmente, os bancos oferecem taxas de juros bem distintas entre si. Considerar o período de pagamento e a forma de amortização da dívida também fará uma diferença substancial, em termos financeiros, para o mutuário.

 

Tendo escolhido a proposta, o cliente interessado no financiamento imobiliário deverá apresentar uma série de documentos requisitados pelo credor. Além disso, comprovar a renda também será necessário — e fundamental, visto que essa é, possivelmente, a principal garantia de adimplência que a instituição financeira terá.

 

Após essa etapa burocrática, resta esperar a aprovação do contrato de financiamento para que as duas partes assinem e o acordo passe a valer. Disciplina na quitação da dívida por parte do cliente é fundamental para não adquirir problemas financeiros a longo prazo.

E o consórcio de imóveis? Como funciona?

Outra opção no mercado para uma pessoa adquirir o seu imóvel próprio, o consórcio imobiliário é bastante diferente de um financiamento. Considerado mais como um investimento do que qualquer outra coisa, os consórcios são geridos por administradoras de consórcio, e, para participar de um, inicialmente é necessário comprar uma cota.

Fazendo isso, a pessoa se torna, então, um consorciado de tal administradora. Será necessário pagar uma mensalidade ao longo do tempo de contrato estabelecido entre as duas partes. Nisso, eis uma diferença entre consórcio e financiamento: enquanto o segundo baseia suas prestações em juros e amortização, na primeira opção não há nada disso.

A mensalidade do consórcio de imóveis é composta pela taxa administrativa, nos seguros e no fundo reserva. A primeira composição, basicamente, se trata da remuneração da administradora por estar mantendo esse agrupado de consorciados. Os seguros em questão se referem a casos de morte, invalidez ou desistência, e o fundo de reserva serve para cobrir qualquer inadimplência de algum consorciado.

Enquanto participante de um consórcio, a pessoa poderá ser condecorada com a carta de crédito — recompensa entregue pela administradora ao final do contrato — antes do término das suas prestações por meios de sorteios ou lances.

É importante ressaltar que, quando a pessoa for contemplada, a administradora do consórcio faz uma análise de crédito do consorciado para se certificar de que ele possui condições de arcar com o restante das mensalidades. Após isso, tendo o montante em mãos, ele conseguirá comprar o imóvel de valor estabelecido anteriormente em contrato.

Quais as vantagens de cada uma das modalidades?

Talvez você, leitor, já tenha percebido que a principal diferença entre consórcio e financiamento é o momento em que o consumidor conseguirá, de fato, adquirir o imóvel. Ao pegar um montante de crédito junto a uma instituição financeira, o comprador conseguirá acertar a compra do seu imóvel de imediato.

No caso do consórcio, no entanto, o bem imobiliário só será, de fato, adquirido quando o consorciado for condecorado pela administradora com a carta de crédito — algo que pode demorar até o fim do contrato. Ou seja, fazer parte de um consórcio de imóveis pode ser considerado um investimento a longo prazo.

Para quem não possui pressa em adquirir um apartamento novo, esse pode ser um ponto bom, na verdade. Como visto antes no texto, o consórcio, diferentemente de um financiamento, não possui juros — o que pode acarretar em prestações mais brandas e fáceis de serem pagas.

No entanto, há de se ressaltar o fato de que é baixa a probabilidade de um consorciado conseguir a carta de crédito logo no início do pagamento das prestações. Para quem deseja efetuar a compra de um imóvel sem muita demora, o financiamento é um melhor opção.

Consórcio ou financiamento: por qual devo optar?

Mesmo havendo uma boa diferença entre consórcio e financiamento, os dois acabam tendo o mesmo fim: a aquisição de um imóvel. No entanto, como vimos há pouco, as duas possuem velocidades de compra distintas. Nesse sentido, pode-se tomar esse fator como o principal ponto a se considerar com relação a qual a melhor opção.

 

Caso não tenha pressa para conseguir comprar um imóvel novo, o consórcio pode ser um bom investimento. No entanto, se você pretende se mudar enquanto estiver pagamento pela aquisição, o melhor a se fazer é solicitar um financiamento de imóvel em nosso site para conseguir a taxa mais vantajosa do mercado!

 



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