Saiba como negociar dívidas com o refinanciamento

O refinanciamento imobiliário é a melhor opção para você negociar dívidas sem precisar pagar elevadas taxas de juros. Confira!

Uma mudança inesperada na estrutura familiar, a perda de um emprego, enfim, são muitas as possibilidades que podem resultar em um endividamento. Com a situação financeira desfavorável, é comum que a quitação dessas dívidas seja postergada para um momento mais “oportuno”, como o saque do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).

Diante dessa situação, caso tenha um imóvel registrado em seu nome, negociar dívidas por meio do refinanciamento pode ser a solução ideal! Com esse recurso, inúmeras vantagens irão fazer você quitar todos seus débitos sem pagar elevadas taxas de juros. Conheça mais sobre o assunto!

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Juros elevados do mercado são os grandes vilões dos endividamentos

Nos empréstimos pessoais, normalmente os juros costumam ficar em torno de 5% ao mês sob pena de multa caso o pagamento das parcelas atrase. Por esse motivo, solicitar esse tipo de crédito não é uma boa opção para quem deseja obter mais liquidez e menos dívidas ao decorrer dos meses.

Ao mesmo tempo, os juros dos cartões de crédito e cheques especiais geralmente atingem mais de dois dígitos. Confira uma tabela com os principais índices referentes ao mês de junho de 2018, feita pela ANEFAC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).

Segundo o diretor financeiro da Melhortaxa, Rafael Sasso, “(...) aqueles que já possuem crédito em atividade, mas (...) enfrentam alguma dificuldade financeira e não conseguem manter os pagamentos em dia, (...) estão, na verdade, piorando ainda mais sua condição, já que os juros não param de crescer”.

Conforme aponta um levantamento feito pelo Serasa em abril deste ano, 61,2 milhões de brasileiros se encontram com alguma dívida e, consequentemente, com o nome sujo. Tal valor é o maior registrado desde novembro de 2017 quando esse número foi de 61,1 milhões de endividados.

Dentre os principais motivos para essas pessoas se endividarem, o cartão de crédito pode ser considerado o grande vilão da história, pois apresenta as taxas mais altas do mercado. Apesar dos juros dessa fonte de crédito ter fechado em 11,93% ao mês — a menor desde fevereiro de 2015 –, eles são muito superiores aos do refinanciamento imobiliário.

Como funciona o refinanciamento de imóveis?

O refinanciamento imobiliário nada mais é do que uma renegociação das dívidas no qual o cliente da instituição financeira em busca de crédito coloca uma garantia concreta sobre o empréstimo. Nesse caso, o bem a ser usado como garantia até toda a dívida ser paga é um imóvel em que você é proprietário.

As taxas de juros cobradas por essa modalidade de crédito são relativamente inferiores as dos empréstimos pessoais e consignados. Contratando os serviços da Melhortaxa, você terá a oportunidade de pagar juros ainda menores, pois traçamos seu perfil e verificamos qual instituição financeira melhor atende suas necessidades.

Optar pelo refinanciamento só irá trazer vantagens para você

Uma boa maneira de perceber o quanto o refinanciamento é mais vantajoso em relação às demais opções de empréstimo, é traçar um comparativo. Em junho de 2018, as taxas mensais de juros dos cartões de crédito eram de 11,93% e do cheque especial 11,97%. Já no crédito com imóvel de garantia, a tarifa praticada atualmente é em torno de 1,1% somada ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor).

Com relação aos valores alcançados, ao optar por refinanciar seu imóvel, é possível levantar até 60% do valor total da propriedade (teto estipulado pela legislação brasileira). Além disso, o prazo para quitar totalmente a dívida é de 20 anos, tempo muito superior ao da maioria dos empréstimos pessoais (cinco anos).

Graças a esse tipo de crédito é possível concentrar todas as dívidas (cartão de crédito, conta de telefone, instituição de ensino, entre outras) em uma só, a juros consideravelmente mais baixos. Dessa forma, não há restrição para usar o montante obtido com o refinanciamento e pagar dívidas contraídas anteriormente.

O sucesso do refinanciamento é tanto, que muitas instituições bancárias já inseriram esse tipo de crédito em suas carteiras com a perspectiva de aumentar a procura por esse tipo de operação. Assim, espera-se cada vez mais acirrar a disputa para atrair clientes por meio da fixação de taxas de juros competitivos.

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