Saiba qual a melhor estratégia para renegociar dívidas

Os juros altos podem comprometer ainda mais a renda na hora de renegociar dívidas. Fique atento

A ideia de fazer um empréstimo pessoal costuma passar pela cabeça de pessoas que estão muito endividadas, à procura de soluções para renegociar dívidas. Entretanto, nem sempre parece uma boa opção quitar uma dívida fazendo outra.

O que poucas pessoas sabem é que, o refinanciamento de imóveis ou veículos, pode ser uma medida inteligente, e muito mais vantajosa do que o crédito pessoal, por exemplo, para essas situações.

A seguir, confira as dicas para renegociar suas dívidas e saiba as vantagens do refinanciamento neste processo.

Como começar a negociar dívidas?

O primeiro passo é fazer uma análise do quanto e onde se está devendo, principalmente para quem já tem nome sujo ou está com dívidas altas em mais de uma instituição.

Uma boa forma de fazer esta visualização, é colocar tudo em uma planilha e somar o valor total desses débitos. Vale incluir aqui as despesas mensais e fixas, pois, além de ajudar a visualizar gastos desnecessários, para o caso de haver uma negociação de dívidas, é bom estar ciente do quanto da renda já está comprometido.

Esta parte do processo é muito importante, pois determina qual a melhor forma de agir na negociação. Às vezes, procurar o banco e solicitar um parcelamento da dívida, já é o suficiente para caber no orçamento, isso claro, para quem tem dívidas pequenas.

Duas mãos selando um acordo em um aperto de mãos

Dívida do cartão de crédito

O cartão de crédito em atraso, é o grande vilão para muitas das pessoas que não sabem como se livrar das dívidas. Ao mesmo tempo que pode ser um grande aliado para situações de emergência, o cartão pode significar um comprometimento de renda significativo e virar uma bola de neve.

Em julho deste ano, segundo a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (ANEFAC), os juros do cartão de crédito chegou em 11,46% ao mês para pessoas físicas, muito acima do empréstimo pessoal oferecido pelos bancos, por exemplo, que fechou o mês em 3,60% a. m.

Quando optar pelo refinanciamento?

O refinanciamento de imóveis ou automóveis é recomendado justamente para dívidas com valores ou juros altos, como a dívida do cartão de crédito. Nesses casos, chamamos de trocar uma dívida cara por outra mais barata, e assim, conseguir sair do endividamento com mais facilidade.

O método também costuma ser utilizado para quem quer abrir um negócio, investir em um outro imóvel ou até fazer um curso e viajar para o exterior. Tudo porque o refinanciamento é a forma mais em conta para se conseguir um empréstimo.

Como funciona o refinanciamento?

O refinanciamento imobiliário é um empréstimo que tem como garantia o próprio imóvel, o que faz com que os juros sejam reduzidos. A mesma ideia vale para o refinanciamento de automóvel.

Conhecido também por crédito pessoal com garantia de bem, a negociação pode ser vantajosa, como já dito, pelos juros baixos – que para imóveis em garantia, são a partir de 0,99% ao mês e, para veículos, 1,59% a. m. – e também para quem está com o nome negativado.

Se para limpar o nome você precisa fazer um empréstimo, dificilmente vai consegui-lo em outras formas de crédito. Este não será um problema para o refinanciamento, isto claro, se o interessado possuir um imóvel ou veículo em seu nome.

Além disso, no refinanciamento imobiliário é possível obter até 60% do valor do imóvel, com prazos de pagamento que chegam a 20 anos.

Refinanciamento imobiliário é na Melhortaxa!

Como visto, o refinanciamento imobiliário possui o menor juros para empréstimo, oferecido no mercado, por isso, torna-se uma ótima opção para quem quer renegociar dívidas.

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