Qual é a renda mínima para financiar um imóvel pela Caixa?

Muitos brasileiros sonham com a casa própria, mas não sabem como financiar um imóvel, tampouco qual é a renda mínima exigida. A Melhortaxa soluciona todas as suas dúvidas.

Comprar um imóvel à vista é algo raro na realidade brasileira. Mas se você já se perguntou qual é a renda mínima para financiar um imóvel pela Caixa, primeiro é necessário compreender o conceito de renda.

A renda não é só aquela obtida pela pessoa que solicita o financiamento, mas sim a soma do faturamento de todos os moradores da casa que está sendo comprada, seja por pais e filhos; irmãos; namorados ou amigos.

Vale lembrar que todos que contribuem com a renda considerada para o financiamento precisam usar o imóvel ativamente. Ou seja, não é permitido financiar uma casa com seus pais se os dois não vão morar nela.

A renda mínima depende do valor do imóvel

Ao fazer um financiamento pela Caixa, é interessante ter em mente o valor do imóvel a ser comprado. 

Todas as instituições financeiras, inclusive a Caixa Econômica Federal, aprovam e liberam os financiamentos de acordo com uma regra básica. Essa regra estabelece que o valor de cada prestação não deve ser maior a 30% da renda mensal. 

Como a renda mínima considerada para um financiamento está ligada diretamente ao valor do imóvel, essa determinação pode variar. Quanto maior for o rendimento, mais alto poderá ser o valor total da compra.

Dar uma entrada tem influência na renda mínima?

Sim. Dar uma entrada sempre ajuda em qualquer caso de financiamento, e aqui não é diferente. A entrada tem impacto direto no tempo de pagamento, na taxa de juros cobrada e, consequentemente, no valor das parcelas.

Dessa forma, quanto maior a entrada, menor será a renda mínima exigida o financiamento ser aprovado e vice-versa. O FGTS é uma boa ideia para abater essa parte do empréstimo, desde que todos os requisitos sejam atendidos.

Novas regras da Caixa para financiamento de imóveis

No 26 de agosto de 2019, começou a valer uma nova linha de crédito imobiliário da Caixa, destinada ao financiamento da casa própria, permitindo que apenas 20% da renda seja comprometida. As taxas de juros ficam entre 2,95% e 4,95% ao ano. 

O novo modelo de financiamento de imóveis é indexado pelo índice de Preços ao Consumidor Urbano (IPCA). Esse índice resulta em parcelas significativamente menores, porém, é considerado mais arriscado, já que a inflação pode variar bastante em um período extenso.

Vale lembrar também da modalidade SBPE, na qual o comprador pode comprometer até 30% de sua renda durante o período do financiamento. 

Como o co-fundador da Melhortaxa, Rafael Sasso, disse à reportagem da UOL, os financiamentos imobiliários são conhecidos por serem longos, às vezes chegando a mais de 20 anos. Por isso é importante avaliar se vale a pena optar pelo novo modelo.

Com os créditos imobiliários corrigidos pela Taxa Referencial (TR), os juros cobrados pela Caixa são de 8,5% a 9,75%. Porém, a TR se mantém estável desde 2017, por conta da queda da taxa SELIC. Nesse modelo o consumidor pode ter uma noção do que espera em seu financiamento, sem surpresas desagradáveis.

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