Saiba mais sobre os custos do refinanciamento de imóvel!

Essa modalidade de crédito possui taxas mais vantajosas do que um empréstimo comum, além de um maior prazo de pagamento

Para pagar dívidas atrasadas, fazer uma viagem para fora ou até mesmo quitar um curso de especialização, um empréstimo bancário pode ser necessário. No entanto, fazendo um refinanciamento de imóvel, as taxas e as condições de pagamento serão muito mais vantajosas — com prazos de quitação de 20 anos, por exemplo.

 

Confira o post abaixo da Melhor Taxa e veja algumas condições impostas por instituições financeiras para realizar uma hipoteca!

Introdução: como funciona um refinanciamento de imóvel

Não muito conhecido em terras brasileiras, o refinanciamento de imóvel é chamado, também, de crédito com imóvel em garantia. Basicamente, consiste em ceder o imóvel próprio — que esteja, ao menos, mais de 50% quitado — como garantia ao banco em troca de um valor elevado de crédito.

 

Em comparação ao empréstimo “comum”, o refinanciamento propicia condições bastante vantajosas. O crédito é, de fato, muito maior nesse caso — podendo chegar em até 50% do valor total do imóvel dado como garantia. Grandes investimentos, como fazer um curso duradouro no exterior ou mesmo uma festa de casamento são, geralmente, a justificativa para uma hipoteca.

 

Juntar dinheiro por muito tempo demanda, também, muita paciência. Além disso, há alguns valores que, ao invés de guardar uma parte dos lucros todo mês, talvez valha mais a pena fazer de vez o refinanciamento imobiliário. Uma outra vantagem desse processo é o prazo dado pelos bancos para a quitação do empréstimo.

 

Dependendo da instituição financeira e, claro, do valor do imóvel, o prazo pode chegar em até 20 anos. Com isso, as prestações possuirão um valor baixo e de fácil pagamento. O longo tempo de duração do contrato também faz com que a pessoa possa se planejar com mais tranquilidade para adiantar algumas parcelas e amortizar a dívida, por exemplo.

 

Comparativo de juros entre as modalidades de crédito

Cada modalidade de crédito oferecida por bancos e outras instituições financeiras possui sua própria taxa média em relação ao mercado. Segundo dados da pesquisa de juros de fevereiro deste ano feita pela ANAFEC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), o valor do juros do empréstimo pessoal para pessoa física está na média de 4,22%.

 

Ao ano, essa taxa está em 64,22%. À primeira vista, parece uma taxa enorme — e, de fato, é. No entanto, os juros anual do cartão de crédito, por exemplo, chega em 318,50% — montante que representa um total de 12,67% ao mês. Perto dele estão, também, as taxas do cheque especial: 12,18% de juros cobrados todos os meses durante a quitação.

 

Para se ter uma ideia em relação à comparação com o Refin, há taxas anuais desse que giram em torno de 14,57% — ou 1,14% ao mês. Uma diferença, no mínimo, gritante.

 

Em suma, para não ter de encarar essas taxas exorbitantes para quitar dívidas ou investir em algum projeto em vista, pode ser interessante compreender a diferença de taxação entre as modalidades de crédito existentes.

Diferença de taxação entre empresas médias e grandes

Os prazos de pagamento do financiamento, os valores máximos de empréstimo e, principalmente, as taxas de juros variam aos montes de instituição para instituição — ainda mais entre os cinco grandes bancos brasileiros e as empresas médias de crédito. Isso, no entanto, é algo normal e, até mesmo, esperado, visto que os grandes bancos possuem outros negócios para lucrar.

 

A maioria das empresas médias de crédito tem na hipoteca de imóvel o seu principal negócio para manter os lucros mensais. Nesse sentido, é normal que ofereçam condições mais vantajosas e especiais para cada cliente — afinal, não há mais nada que possa ser feito na instituição além de um refinanciamento de imóvel.

 

Já o grandes bancos não são dependentes desse produto para manter a sua balança comercial no verde. Inclusive, há diversas outras linhas de créditos muito mais lucrativas em que Bradesco, Itaú e companhia trabalham. Com isso, é provável que o refinanciamento só seja concedido mediante algum crivo traçado pelo banco.

 

 

Por exemplo: há algumas situações em que o refinanciamento de imóvel só é concedido para pessoas que já utilizam outros serviços do banco. Por ter uma taxa de juros baixa, nem todas as instituições enxergam a hipoteca como algo lucrativo. Portanto, é possível dizer que as taxas variam de acordo com o foco estabelecido pela instituição.

Considerações sobre o refinanciamento de imóvel

O imóvel próprio é, de fato, algo muito precioso. Além de simbólico, ele é economicamente muito valioso. Portanto, para qualquer operação que o envolva, pode ser uma boa ideia considerar todos os fatores, sejam positivos ou negativos. Refinanciar a casa é algo que pode valer muito a pena e, aos olhos do proprietário, não deve haver dificuldades para quitar essa dívida.

 

No entanto, mesmo assim, conhecer todas as etapas do refinanciamento, desde qual a documentação necessária para realizá-la até os custos das transações e taxas, é importante. Lembre-se que os bancos não desejam tomar o imóvel da pessoa — este representa custo, ao contrário do pagamento de juros, em que as instituições lucram.

 

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