Portabilidade de banco ou refinanciamento? Qual a melhor opção?

Para adquirir condições melhores para a quitação de uma dívida bancária, a portabilidade de banco pode ser uma boa opção.

Para adquirir condições melhores para a quitação de uma dívida bancária, a portabilidade de banco pode ser uma boa opção. Trocando a instituição financeira credora, novas taxas de juros acabam sendo oferecidas ao consumidor, que se aproveita para folgar as contas pessoais.

Confira o post abaixo e saiba se a portabilidade é, realmente, a melhor opção!

Saiba como funciona a portabilidade de crédito

A portabilidade de crédito consiste em um processo de transferência de uma operação de crédito para outro banco. Nesse caso, tal mudança costuma ser motivada pela diferença nas taxas de juros da modalidade. A portabilidade é um direito do consumidor desde 2006, e garante que esse tenha opção de trocar de credor caso ache necessário.

Para que um outro contrato de crédito seja estabelecido com uma nova instituição financeira, é necessário encerrar o antigo. Dessa forma, a dívida com o primeiro banco deve ser quitada por parte do novo credor. Tal valor utilizado para quitar o contrato em questão é cobrado do cliente com taxa de juros e outros custos embutidos na prestação.

A portabilidade é um processo que não pode ser negado por parte do banco credor do primeiro contrato de crédito. No entanto, a mudança de instituição financeira, geralmente, acaba sendo justificada por meio de um documento.

Entenda também todos os detalhes do empréstimo com imóvel como garantia

O refinanciamento imobiliário, diferentemente da portabilidade de crédito, é uma modalidade de crédito que trabalha com bens imobiliários como garantia. Ao solicitar um empréstimo, caso o cliente coloque o seu imóvel no meio da jogada, de certo a instituição financeira trocará a modalidade da negociação, com propostas de taxas de juros e prazos bem diferentes.

Empréstimos são interessantes para as instituições financeiras devido a cobrança das tarifas nas prestações mensais da dívida. Dessa forma, elas lucram com os juros cobrados sob a amortização — que, no caso, refere-se ao valor de fato emprestado ao cliente. Dessa forma, quanto menor forem as taxas, mais vantajoso para o consumidor.

Além disso, o montante de crédito concedido é bem maior devido ao alto valor do bem posto como garantia na operação. Normalmente, estipula-se um limite de 60% do preço do imóvel para ser emprestado ao consumidor. Para calcular um valor justo ao bem em questão, o credor realiza uma vistoria do mesmo durante o processo de negociação.

Como avaliar se a portabilidade de banco é uma boa ideia?

A portabilidade de banco permite, sim, o consumidor a trocar a operação de crédito de banco, mas ele não pode aumentar o prazo de pagamento ou requerer um valor a mais de empréstimo. A diferença de taxas ajuda na quitação da dívida, mas a pessoa interessada em trocar de credor precisa ter em mente que o prazo será o mesmo do contrato anterior.

Além disso, caso o banco optado na troca seja totalmente novo para o consumidor, uma relação terá de ser construída com o gerente e a instituição financeira em questão. Esse fator costuma contar muito em operações de crédito — não só em termos de condições do contrato, mas, também, em relação ao atendimento dado ao cliente.

No entanto, dependendo dos valores oferecidos pelo novo credor, a portabilidade de dívida pode ser uma opção a se considerar para folgar um pouco mais a porcentagem dos seus ganhos mensais destinada a quitações.

Quite suas dívidas e planeje sua vida financeira

Quanto menos dívidas você possuir, mais fácil de planejar os investimentos a se fazer com os seus ganhos. Nesse sentido, a portabilidade de banco diminui os gastos com as taxas de juros, facilitando o pagamento de determinada dívida. No entanto, além disso, é necessário estabelecer um planejamento para quitar de vez tal débito.

Mesmo com taxas menores, não necessariamente garante-se que o crédito em questão será saldado — isso depende da organização do detentor da dívida com os seus recursos financeiros.

Para isso, o refinanciamento imobiliário pode ser uma boa opção!

Para facilitar ainda mais a organização das dívidas, considere efetuar um refinanciamento imobiliário — o famoso empréstimo com garantia de imóvel — para trocar todos os seus débitos por uma prestação única. Tal parcela, inclusive, possuirá uma taxa de juros bem mais vantajosa do que qualquer outra modalidade de crédito pessoal.

Como visto anteriormente, dando um bem tão valioso como garantia, as instituições financeiras concedem condições especiais para o cliente. Além das taxas, o prazo de pagamento de um refinanciamento chega até em décadas de prestações. Nesse caso, para deixar a situação ainda mais vantajosa, a melhor opção é realizar o processo com uma assessoria como a Melhor Taxa.

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