5 erros comuns que podem ser evitados ao financiar um imóvel

Mesmo a maioria dos consumidores entendendo como financiar uma casa, alguns erros costumam se repetir.

Muitas pessoas afirmam saber como financiar uma casa, visto que esse ainda é um dos principais sonhos de consumo da população brasileira. No entanto, mesmo entendendo como funciona o processo, alguns erros costumam se repetir e, consequentemente, as contas podem apertar — ou pior: a aquisição ser cancelada.

Esses enganos, porém, podem ser evitados de maneira fácil — basta prestar atenção nos detalhes, principalmente envolvendo números. Uma operação segura e dentro do orçamento faz valer a pena os cuidados. Confira o post a seguir e veja os cinco erros mais comuns em relação a como financiar um imóvel!

1- Não deixe as contas de lado, faça um bom planejamento financeiro

A compra de um imóvel novo envolve uma operação financeira de muito dinheiro. Nos grandes centros urbanos, dificilmente se vê uma casa ou apartamento por menos de R$ 100 mil — isso sem falar dos bens localizados em regiões mais valorizadas, que, em muitos casos, podem bater a casa do um milhão de reais.

Nesse sentido, não se pode encarar tal fato como se fosse uma compra parcelada comum. É preciso ter em mente de que a contratação de um financiamento imobiliário significa assumir uma dívida de longo prazo de pagamento. Na modalidade de crédito em questão, é normal vermos operações que cheguem a décadas de pagamento.

Antes mesmo de saber como financiar uma casa, recomenda-se que algumas contas sejam feitas para que o consumidor tenha certeza se conseguirá ou não arcar com tal dívida. Deixar as contas de lado em meio a uma operação de crédito tão extensa pode acabar sendo uma péssimo decisão para o bem da saúde financeira.

2- Considere todos os gastos envolvidos

Se tratando de uma aquisição envolvendo muitos dinheiro, é normal que as contas se apertem um pouco durante a quitação do imóvel — ou, dependendo do sistema de amortização, apenas nas primeiras prestações. No entanto, fechar os olhos para alguns gastos necessários além das parcelas pode ser um erro muito grande.

É preciso ter em mente que a aquisição de um financiamento não se trata apenas da amortização e da taxa de juros. Antes da assinatura do contrato, por exemplo, há alguns possíveis gastos em relação a emissão da documentação requisitada pelo credor que farão bastante diferença no bolso do mutuário.

O pagamento do ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis), em caso de casas ou apartamentos já construídos e na posse de alguém, também deverá ser feito para que a compra seja concretizada. Tudo isso sem nem falar dos gastos relacionados à mudança — móveis novos, pintura, etc — que, provavelmente, terá um custo considerável.

3- Não atrase a entrega de documentos

Sabendo como financiar uma casa, prepare-se para enfrentar algumas burocracias no decorrer do processo. Umas das etapas mais suscetíveis a isso é a entrega da documentação para o credor. As instituições financeiras costumam conduzir a negociação de forma cautelosa, a fim de evitar riscos futuros na quitação da dívida — por isso exigem tantos documentos.

Atrasar na entrega da documentação, portanto, certamente não contribuirá para a tentativa de diminuir a demora com essas burocracias. Além disso, em caso de financiar um apartamento ou uma casa que já possui dono, o atraso pode acabar resultando na desistência por parte do proprietário — nessa situação, dependerá muito da paciência desse com o andamento da negociação.

4- Realizar vistoria do imóvel constantemente é necessário

Além das questões de planejamento financeiro, recomenda-se que o consumidor também visite a obra do seu futuro imóvel — claro, caso a compra em questão seja na planta. Da mesma forma que ele precisa ter comprometimento com pagamento das prestações do financiamento, a construtora responsável pela obra também tem de entregar o prometido.

Pensando nisso, o comprador possui o direito de visitar a obra a qualquer momento que desejar. Caso o processo não esteja de acordo com o prometido pela construtora, é possível realizar a desistência e receber, no mínimo, 75% de todo o montante investido até o momento do rompimento do acordo.

5- Não assuma parcelas maiores do que a sua capacidade financeira

Como dito no início deste post, fazer um planejamento financeiro detalhado é necessário para garantir que as contas não se apertem em algum momento do processo de quitação da dívida. No entanto, não é recomendado que o consumidor assuma parcelas que comprometam a sua saúde financeira, mesmo que tudo esteja contabilizado no plano de pagamento.

Sabendo como financiar uma casa ou um apartamento, é de se ter em mente que tal tarifa encarecerá consideravelmente a prestação de quitação do crédito. Para evitar isso, solicitar um financiamento de imóvel com a Melhor Taxa ajudará você a conseguir os juros mais vantajosos para o seu perfil!

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