Ter um Interveniente Quitante dá flexibilidade ao financiamento

Comprar um imóvel já alienado a outra instituição financeira é possível com um Interveniente Quitante

Caso um imóvel esteja alienado a outra instituição financeira — ou seja, ainda encontre-se sob um financiamento —, a única maneira do proprietário vendê-lo é se o novo comprador financiar com um Interveniente Quitante.

 

É verdade que há, também, a portabilidade de crédito, mas, além de não servir para venda de imóvel, isso envolve a necessidade um consenso entre as instituições financeiras — que nem sempre se mostram dispostas para tal.

 

Confira abaixo o post da Melhor Taxa e saiba mais sobre como funciona um Interveniente Quitante!

O que é e como funciona o Interveniente Quitante?

O Interveniente Quitante pode acontecer em duas ocasiões parecidas entre si: quando o cliente deseja financiar ou utilizar como garantia um bem que já está atrelado a outro financiamento. Se a nova operação de crédito for feita no mesmo banco que a primeira, provavelmente não haverá dificuldades. No entanto, caso seja utilizado outra instituição financeira, a situação muda.

 

A lei define que nenhum bem imobiliário pode estar sob alienação fiduciária de imóvel a duas empresas ao mesmo tempo — portanto, será necessário finalizar a primeira operação de crédito. Basicamente, isso será resolvido da seguinte forma: a nova instituição financeira — ou seja, o Interveniente Quitante —, quitará o restante do saldo devedor do primeiro empréstimo.

Consequente, abre-se um novo processo de financiamento com a empresa interventora. Nessa etapa, o cliente deverá passar por uma nova análise financeira, tendo que apresentar todos os documentos envolvidos no financiamento mais uma vez.

 

Em suma, a entrada do Interveniente Quitante no financiamento funciona da seguinte maneira: o mesmo quita o saldo devedor do primeiro empréstimo, e, após uma análise financeira do cliente, estabelece o pagamento da dívida, com taxas diferentes da primeira operação.

Um exemplo de Interveniente Quitante

Um exemplo clássico de Interveniente Quitante se dá quando uma pessoa deseja comprar um imóvel que ainda está sob financiamento de outra instituição financeira.

 

Utilizando nomes fictícios, pensemos na seguinte situação: Lucas deseja vender seu imóvel ainda sob um financiamento imobiliário, e Thais se interessou. Nesse caso, o acordo será feito quase que integralmente da mesma forma que uma situação em que o imóvel estivesse livre de qualquer ônus.

 

Ao acertar a venda com Lucas, Thais irá atrás de um financiamento com algum outro banco que desejar. Tendo a operação e o contrato aprovados, essa instituição financeira fará a quitação de imóvel do saldo devedor que Lucas tem com o banco do primeiro financiamento. Isso é feito primeiro pois, de acordo com a lei, não pode-se ter um imóvel alienado a duas instituições financeiras distintas.

 

Dado a baixa na primeira alienação, Thais realizará o processo de registro necessário junto ao cartório, ao mesmo tempo em que a nova alienação — com o novo credor — é feita. Com isso resolvido, Lucas receberá a diferença do acordo feito com o banco que financiou o seu imóvel — ou seja, o que fora pago por ele será recebido de volta.

 

Thais, então, deverá seguir o contrato de financiamento feito com o seu banco, pagando as parcelas no período estipulado para não cair na inadimplência.

Interveniente Quitante x Portabilidade de Crédito

Semelhante ao Interveniente Quitante, a Portabilidade de Crédito é uma modalidade que, devido às suas características, pode ser confundida com a primeira. No entanto, há de se dizer que o IQ possui uma flexibilidade maior, visto que, nesse caso, o cliente possui uma margem maior de negociação quanto ao empréstimo envolvido.

 

A Portabilidade de Crédito consiste em uma operação que a pessoa transfere o restante de sua dívida de empréstimo para uma outra instituição financeira. Para isso, antes de tudo, é necessário que haja um consenso entre as duas empresas de crédito — e, consequentemente, um acordo financeiro entre elas para a quitação do empréstimo

 

Com isso, a instituição financeira que assumiu a dívida negocia com o cliente uma forma de pagamento — obrigatoriamente com o mesmo valor, mas com condições e taxas diferentes.

 

A semelhança com o Interveniente Quitante está no fato de que é necessário quitar o débito com o primeiro banco para transferir a dívida — no entanto, o IQ só pode ser feito na compra e venda de imóvel.  

Afinal, o Interveniente Quitante vale a pena?

A verdade é que, em alguns casos, adquirir um imóvel por meio de Interveniente Quitante é a única opção viável para o consumidor. Caso o apartamento ou casa esteja alienado a uma outra instituição financeira, a pessoa interessada em comprar o bem imobiliário, se não quiser apelar para o IQ, deverá esperar o proprietário terminar de quitar o imóvel.

 

Nesse caso, para não ter de esperar esse tempo, os dois lados — tanto o consumidor interessado na compra quanto o proprietário que deseja vendê-lo — podem sair ganhando.

 

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