Tenha cautela e paciência para fazer uma negociação de dívidas!

Adequar os débitos pendentes à sua realidade financeira é necessário — e os bancos precisam entender isso

Se atolar em dívidas é, realmente, algo que ninguém deseja passar na vida. No entanto, caso isso aconteça, é necessário ter calma e, principalmente, paciência. A negociação de dívidas é a melhor saída dessa situação. Adequar os débitos pendentes à sua realidade financeira é necessário — e os bancos precisam entender isso.

 

Uma possível resposta para essa situação talvez possa ser realizar um refinanciamento com o seu imóvel próprio. Dando o bem como garantia, as instituições financeiras tendem a dispor de uma oferta de crédito muito maior — e para favorecer ainda mais o consumidor, a Melhor Taxa encontra a melhor tarifa do mercado para você!

Quais práticas tomar para a negociação de dívidas?

Contrair alguma dívida de juros, cheque especial ou cartão de crédito é normal até mesmo para quem se considera experiente e perito em administrar as próprias contas. Nesse caso, a primeira medida a se tomar é não se desesperar com os débitos pendentes. Com organização e disciplina, rapidamente você conseguirá quitá-las.

 

Com calma e paciência, listar tudo o que se deve é necessário para começar a organizar os pagamentos. Sabendo o montante de dívida, é hora de olhar com carinho para o orçamento mensal e as contas que devem ser pagas todos os meses. Caso seja possível — e, principalmente, necessário —, alguns cortes podem ser feitos para aliviar o pagamento das dívidas.

 

 

Pensar em ideias para fazer entrar um dinheiro extra na conta — até mesmo vender os próprios bens pode ser cogitado — é, também, uma boa ideia. No entanto, caso esteja com todos os valores levantados e definidos, sugerir uma proposta de acordo de dívida é necessário. Ter paciência nessa hora é fundamental.

 

Com uma boa negociação de dívidas, com certeza você conseguirá pagar um valor menor do que o inicialmente pedido — além de obter um prazo maior para o pagamento. Por mais que, para isso, seja, provavelmente, necessário esperar algum tempo, pode valer a pena no fim da quitação.

As regras da Febraban mudaram no ano passado

Desde o dia 14 de agosto de 2017 vigoram as novas normas da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) com relação a negociação de dívidas. Com medidas para facilitar a vida tanto das instituições financeiras quanto dos devedores, a ideia da nova autorregulamentação é impedir que qualquer questão de endividamento não chegue à instância da Justiça.

 

Atualmente, já possível, por exemplo, fazer renegociação de dívidas antes que o consumidor em questão fique, de fato, endividado. Além disso, todos os 18 bancos signatários da regulamentação são obrigados a ceder condições especiais de pagamentos para o devedor que não possuir boas condições de pagamento devido a desemprego, doenças, morte ou divórcio.

 

Por ser um tema sem qualquer tipo de lei no Brasil, é fato afirmar que a negociação de dívidas é, por muitas vezes, uma situação conflituosa. Por mais que as duas partes estejam interessadas em fazer um acordo, é, de certa forma, comum entrar em desacordo com os bancos. A nova autorregulamentação visa, justamente, melhorar essa questão toda.

 

Saiba os seus direitos em uma negociação de dívidas

Muitas vezes, negociar dívida com banco pode trazer uma certa dor de cabeça para o consumidor. Como dito anteriormente, a questão do endividamento não possui nenhum tipo de regulamentação por lei vigorando no Brasil. Dessa forma, diversas instituições financeiras podem acabar tomando posturas arbitrárias para negociar com seus clientes.

 

Prestações e condições abusivas são exemplos de situações em que a pessoa deve recorrer aos órgãos de defesa do consumidor e à Justiça. Ao acionar essas instituições, é possível — por mais que envolva burocracia — rever os contratos de dívidas com os bancos.

 

No entanto, vale a pena, também, conversar com os próprios bancos para uma negociação de dívidas. Ao mesmo tempo em que o consumidor deseja resolver os seus problemas com financiamento, o banco também quer receber de volta o valor emprestado.

 

Nesse caso, não ceder às imposições das instituições e comprovar a sua renda é essencial para obter um valor novo para para as prestações. Com uma franca negociação de dívidas, é possível não se atolar em mais e mais débitos pendentes.

Refinanciar o seu imóvel pode ser uma saída rápida e eficiente

Pior do que contrair débitos pendentes é vê-los se tornarem uma bola de neve. Conforme passa o tempo, caso não seja feito uma negociação de dívidas, a tendência é que elas aumentem cada vez mais. Então, a solução pode ser a troca de dívidas.

 

Em linhas de crédito pessoal, a taxa média é 4,22%, enquanto o Refin costuma cobrar a partir de 1,14% de juros ao mês. Nesse caso, além de conseguir um dinheiro mensal extra da forma que for possível, realizar um refinanciamento da sua casa ou apartamento pode ser uma boa ideia — pois, além de longo prazo de pagamento, paga-se menos por mês para quitar o empréstimo.

 

Sendo capaz de pagar as prestações a longo prazo, dar o seu imóvel como garantia para conseguir um outro empréstimo no banco poderia resolver as outras dívidas e, consequentemente, limpar o seu nome. Para executar esse processo de uma forma vantajosa, solicite um refinanciamento de imóvel no nosso site e obtenha a melhor taxa!

 

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