Refinanciando o imóvel, os juros de empréstimo podem baixar

As taxas de juros de um refinanciamento de imóvel são bem menores do que qualquer empréstimo pessoal

Os juros de empréstimo são, na verdade, a principal dívida de qualquer crédito. Ao deixar de pagá-los, algumas consequências podem acontecer com a proprietário da dívida — como a inserção do nome no Serasa e no Sistema de Proteção ao Crédito (SPC). Para isso não acontecer, planejar-se e achar outras maneiras de quitá-los é necessário.
 

Uma delas é o refinanciamento — para quem, claro, já possui um imóvel em seu nome. Dando-o como garantia, as taxas de juros são menores do que em um empréstimo comum e o prazo de pagamento é muito mais extenso. Para saber mais sobre essas taxas, confira o post abaixo da Melhor Taxa!

Como os bancos determinam o valor dos juros de empréstimo

Podemos considerar os juros de empréstimo como uma espécie de custo do dinheiro. Ao emprestar certa quantia, o banco espera receber um pagamento pela concessão da mesma. Dessa forma, as taxas de juros são o preço a ser pago pelo cliente por ter pego tamanha quantia do banco.
 

No entanto, esse é apenas o conceito sobre o que são, de fato, os juros de empréstimo. Nele, há alguns componentes que auxiliam na definição do seu valor final — ou seja, o que é cobrado mensalmente. Dessa maneira, é interessante pensar o juros como qualquer outro produto do mercado — em que há diversos fatores utilizados como base para evaluá-lo.

 

 

O lucro que a instituição financeira terá é, com certeza, um dos determinantes do valor de uma taxa de juros. No entanto, além do retorno financeiro, os bancos sempre avaliam quais as possibilidades de risco envolvidas na negociação. Quanto mais garantias o cliente der de que conseguirá pagar o empréstimo, melhor para o banco. Por fim, o custo de captação é um determinante significativo para as taxas.

Os riscos de não pagar a taxa de juros de empréstimo

Muita gente considera que, ao se pegar um empréstimo pessoal, o pior que pode acontecer é não conseguir pagá-lo dali um tempo e, consequentemente, se atolar em dívidas. Ao se mostrar inadimplente quanto ao pagamento de dívidas com o banco, descumpri-se o contrato de empréstimo estabelecido — e há punições por causa disso.
 

Talvez a pior seja o cadastro do seu nome no Sistema de Proteção ao Crédito (SPC) e no Serasa. Com isso, não é possível adquirir mais nenhum tipo de crédito pessoal, e o nome da pessoa se torna sujo. Cartões de crédito, cheque especial, financiamentos, etc. — tudo isso não será mais possível adquirir enquanto a dívida não for quitada.
 

A partir do momento em que o nome fica negativado por causa de uma dívida, a única forma de limpá-lo, além do pagamento da mesma, é esperar a prescrição do débito. No caso de empréstimos ou qualquer situação relacionada a crédito, a dívida deve prescrever em três ou cinco anos.
 

É bom saber, no entanto, que, por mais que a dívida prescreva, o débito não extingue, e o banco poderá cobrá-lo judicialmente.

Atente-se para outros gastos além dos juros de empréstimo

Adquirir um empréstimo bancário envolve mais taxas além do juros. Nesse sentido, é errado classificar como mais vantajoso um ou outro banco simplesmente por causa do valor da sua taxa. Pensando nisso, o Banco Central decidiu criar um índice que contabiliza as outras taxas e encargos financeiros contabilizados no processo.



Assim, surgiu o Custo Efetivo Total (CET), que possui a função de mostrar à pessoa que deseja pegar um empréstimo qual o valor real do mesmo. Quanto mais claro estiver o custo de um financiamento ou de qualquer outro linha de crédito, melhor para o consumidor. Dessa forma, evita-se enganos com contratos de empréstimo bancário.

Por que trocar as dívidas por um refinanciamento é a melhor opção?

Dentre muitas outras finalidades ao qual o empréstimo bancário pode ter, uma delas — muito utilizada pela população — é a quitação de dívidas. No entanto, o que deveria servir para sanar os débitos de uma pessoa, pode acabar se tornando, de fato, o problema. Os juros de empréstimo continuam sendo cobrados mesmo após o cliente cessar o pagamento do mesmo.

 

Nesse caso, para quem já possui um imóvel próprio em seu nome, uma boa ideia é dá-lo como garantia ao banco para pegar outro empréstimo — o refinanciamento. Com isso, troca-se as dívidas: os juros anteriores são sanados, enquanto o cliente paga as parcelas do refinanciamento — que possuem valores e taxas bem mais vantajosas do que um empréstimo comum.

 

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