8 dúvidas comuns sobre refinanciamento

O refinanciamento imobiliário é a melhor maneira de você conseguir se livrar das dívidas renegociando-as com taxas de juros inferiores. Ao solicitar esse tipo de crédito, é possível obter até 60% do valor da propriedade e até 20 anos para pagar todas as prestações.

Ao contrário dos empréstimos pessoais, cuja taxa de juros pode atingir mais de 10% ao mês, no refinanciamento ela gira em torno de 1,3% + IPCA (Índice de Preços ao Consumidor). Além disso, o prazo entre a solicitação do pedido e a entrada do montante em sua conta bancária é, em média, de 45 dias.

Conheça algumas das dúvidas mais comuns entre os brasileiros sobre o que é refinanciamento e descubra como fazer negócio com a instituição financeira portadora dos menores juros.

1- Posso compor renda com meus pais ou utilizar imóvel de terceiro para obter refinanciamento?

É possível compor renda com até 3 pessoas para fazer um refinanciamento. Alguns bancos aceitam a composição apenas entre parentes de 1° grau (pai, mãe, irmãos), enquanto outros não exigem vínculo familiar. Por isso, pesquise a política de cada instituição antes de contratar algum serviço.

Com relação aos imóveis de terceiros, é possível utilizá-los como garantia de operação, desde que o proprietário assine o contrato como o responsável por isso. Assim, será possível demonstrar ciência do uso de sua propriedade como garantia em um refinanciamento imobiliário.

2- Posso realizar a operação com imóvel financiado?

Depende. Algumas instituições aceitam realizar a operação de refinanciamento com um imóvel financiado, porém o saldo devedor do imóvel deve ser inferior a 50% do valor imóvel e será quitado e descontado da quantia total.

Nessa situação, a soma desses valores não deve ultrapassar o limite de crédito aprovado pela instituição financeira.

3- Com quais meios posso comprovar minha renda mensal?

Não é possível utilizar a conta poupança como forma de comprovação em nenhum tipo de análise de renda – e isso inclui o refinanciamento. Isso porque, as instituições entendem que esse tipo de conta é voltado a investimentos e não à movimentação de rendimentos.

Ainda, tendo em vista que estará fornecendo sua casa como garantia, é muito importante comprovar sua renda mensal. Dessa forma, a instituição bancária saberá se você terá condições de pagar as parcelas e não perder seu imóvel.

No caso de empresários, ao comprovarem sua renda, o banco exige uma série de documentos, como:

  • extratos de conta corrente (pessoa física e jurídica);
  • Imposto de Renda (pessoa física e jurídica),
  • faturamento da empresa.

4- Pessoa jurídica pode solicitar o crédito com imóvel de garantia?

Sim, algumas instituições financeiras aceitam a utilização do imóvel em nome de portadores de CNPJ, porém as taxas de juros podem ser um pouco mais elevadas do que para a pessoa física.

PJ, nesse caso, pode comprovar sua renda por meio do Extrato de Pessoa Jurídica. Mas as condições de financiamento podem ser alteradas dependendo do regulamento de cada instituição.

5- Ao contratar o refinanciamento, é obrigatório fazer seguro?

Sim, existem dois tipos de seguro no refinanciamento de imóvel: MIP (morte e invalidez permanente) e DFI (danos físicos à propriedade). Ambos já estão inclusos nas simulações encaminhadas pelos analistas da Melhortaxa e servem como garantia tanto ao cliente, quanto ao banco.

6- Imóveis rurais podem ser dados como garantia?

Não, somente imóvel residencial ou comercial situado em territórios urbanos.

7- O que acontece se eu atrasar o pagamento das parcelas?

Inicialmente, o banco entra em contato com o cliente para realizar negociações dos débitos abertos. Após essas tentativas notificações são enviadas e, em último caso, o banco entra na justiça e executa o imóvel.

Mas isso não significa que o propósito desse tipo de crédito é tomar posse da propriedade dada como garantia. Isso é muito difícil de acontecer e só ocorre em última instância.

8- Habite-se e matrícula do imóvel: o que são?

Habite-se é um documento que comprova que o imóvel foi construído seguindo as exigências estabelecidas pela prefeitura para a aprovação de projetos. Esse papel é necessário para a averbação da área construída na matrícula da propriedade.

Já a matrícula é uma certidão expedida pelo Registro de Imóveis, garantindo que sua propriedade possui cadastro. Nela, são descritas todas as suas características físicas, como metragem, número de pavimentos, IPTU, histórico de proprietários, e como foram realizadas as transações de compra e venda.

Na matrícula são feitas também as alienações de financiamento (aquisição) e refinanciamento (empréstimo). Esse documento possui validade de 30 dias e os bancos, no processo de análise, solicitam que o mesmo seja atualizado antes de conceder o crédito.

Se você deseja solicitar um empréstimo com garantia de imóvel e ainda não sabe qual instituição financeira possui os menores juros do mercado, entre em contato com a Melhortaxa. Gratuitamente, nossa equipe de especialistas irá traçar o seu perfil e te auxiliar durante todo esse processo. Confira!

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