Qual empréstimo é mais barato atualmente?

Juros de cartão de crédito, cheque especial e empréstimos chegam a ser trinta e três vezes mais caros do que a taxa do refinanciamento imobiliário

Desde março de 2018, o Copom (Copom) decidiu manter a Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) em 6,5% — menor índice desde 1998. Tal valor é resultado de uma série de quedas consecutivas que essa taxa vem sofrendo desde outubro de 2016, quando estava em 14,25%.

Diante da manutenção em baixa desse índice, conseguir um empréstimo mais barato para quitar suas dívidas pode ser mais fácil por meio do refinanciamento imobiliário. Conheça algumas dicas sobre como fazer esse processo e se livrar de quaisquer saldos devedores.

As taxas de juros atuais revelam uma boa opção para o refinanciamento?

Apesar da Selic estar estagnada, o cartão de crédito continua com uma elevada taxa de juros, chegando a atingir 12,02% ao mês em maio de 2018 — queda de 0,37% em relação a abril. Isso corresponde ao valor de 290,43% ao ano, segundo a ANEFAC (Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).

Com relação ao cheque especial, em maio deste ano a taxa de juros ficou em 12,03% ao mês — decréscimo de 0,06% em relação a abril. Já ao ano, esse valor corresponde a 290,85% — 0,42% a mais se comparada aos cartões de créditos.

Os índices de juros para empréstimos pessoais também sofreram uma queda e registraram, em maio deste ano, o valor de 4,02% mensal e 60,47% anual. Tais dados revelam que esse é o menor índice desde abril de 2015, quando atingiu 4% ao mês e 60,1% ao ano.

Tais números podem ser considerados suficientes para o consumidor brasileiro utilizar o cartão de crédito com mais cuidado. Porém, segundo o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 54,7% dos usuários desconhecem os juros cobrados no pagamento de faturas em atraso.

Qual a melhor alternativa para quitar minhas dívidas?

O maior problema de contrair uma dívida são os juros cobrados mensalmente. Hoje, existem pessoas endividadas com uma ou mais fontes. Em ambos os casos, uma das alternativas mais viáveis é quitar os débitos, trocando os mais caros pelos mais baratos.

“O indivíduo que se encontra endividado precisa focar em encontrar uma alternativa a juros mais baixos. Essa ação (...) torna-se ainda mais importante quando há um acúmulo de dívidas, já que concentrar todas em uma dívida só faz com que o gasto com juros seja exponencialmente menor”, recomenda o mestre em finanças, Rafael Sasso.

Há quem se assuste com a ideia de fazer mais uma dívida, mas a ideia é que esta última se torne apenas a única a ser paga. Nesse caso, o refinanciamento imobiliário pode ser uma boa opção para quem deseja se livrar das elevadas taxas de juros mensais. Com ele, é possível quitar débitos antigos e ter o benefício de guardar algum dinheiro no fim do mês.

Enquanto as taxas mensais médias do cartão de crédito, cheque especial e empréstimo consignado continuam elevadas, o refinanciamento apresenta índices considerados satisfatórios. Mas, lembre-se: cada instituição cobra em média, 1,1% ao mês + IPCA (Índice de Preços ao Consumidor).

Vantagens do refinanciamento imobiliário

Existem diversas vantagens de solicitar um refinanciamento imobiliário e se livrar de vez das dores de cabeça provocadas pelas elevadas taxas de juros do mercado financeiro. Confira!

  1. Menor taxa de juros: no crédito com imóvel em garantia, você encontra índices a partir de 1,1% ao mês e 14% ao ano. Enquanto isso, os juros cobrados por empréstimos pessoais, cartões de crédito e cheques especiais, possuem valores que podem atingir até 400% anuais;
  2. Mais tempo para você quitar suas dívidas: os refinanciamentos oferecem um prazo de até 20 anos (240 meses). Porém, caso você solicite um empréstimo pessoal, o tempo máximo para quitá-lo será de 5 anos (60 meses);
  3. Volume maior de crédito: dependendo da situação, é possível obter até 50% do valor avaliado do imóvel ao refinanciá-lo;
  4. Liberação rápida do dinheiro: você terá acesso a quantia desejada em até 45 dias. Esse prazo varia em cada instituição financeira e leva em consideração o tempo necessário para toda a documentação do requerente ser aprovada;
  5. Uso livre do capital levantado: não existe nenhuma restrição ao usar o dinheiro emprestado, seja para comprar outro imóvel ou até mesmo viajar,
  6. Para saber qual a instituição com o crédito pessoal mais barato, a Melhor Taxa desenvolveu uma calculadora voltada para a reestruturação de dívida. Com ela, é possível ter o panorama da situação e estimar a quantia que será possível levantar com o refinanciamento.

Buscando uma reestruturação financeira e a obtenção de um empréstimo mais barato? A Melhor Taxa compara os juros das maiores instituições financeiras do país e indica a melhor opção de refinanciamento para seu perfil, sem cobrar nada. Faça já uma simulação!



  • Em números: Qual o empréstimo mais barato?
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