O boom imobiliário ocorrido entre os anos de 2010 e 2012 foi particularmente positivo em Brasília. Em 2010 foram lançadas mais de 17 mil unidades. Com o intuito de conter a alta dos estoques e depreciação dos preços devido à grande quantidade de oferta, as incorporadoras reduziram os lançamentos. Isso fez com que, desde 2014, o mercado imobiliário reagisse e começasse a caminhar em direção ao equilíbrio mesmo com o cenário macroeconômico em má fase.

Segundo o vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Distrito Federal (Sinduscon-DF), Adalberto Junior, diminuir o número de lançamentos nos últimos anos possibilitou a redução de estoque e amenizasse a crise do setor. O Índice de Velocidade de Vendas (IVV) do setor imobiliário do Distrito Federal está em 4,9%, superando em 0,5 ponto percentual o desempenho do mesmo mês em 2015. No entanto, segundo pesquisa realizada pelo (Sinduscon-DF) em parceria com a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF), o índice demonstrou queda nos últimos dois meses. 

No último Feirão da Caixa, realizado em maio na capital federal, foram assinados 1.407 contratos imobiliários, gerando um volume de cerca de R$ 220 milhões em financiamento imobiliário.

Em busca do financiamento – Com a atual situação política do país, um dos setores que mais sofre com as oscilações econômicas é o mercado imobiliário. Embora a conquista da casa própria siga presente no sonho de consumo do brasileiro, os bancos têm sido cada vez mais restritivos na concessão de crédito imobiliário. Se deseja fazer uma simulação de financiamento imobiliário, clique aqui.

São muitas as variáveis que podem tornar a liberação do crédito possível ou não. A compra apresentará uso do FGTS? O imóvel é novo ou usado? Qual será o tipo de comprovação de renda? Esses são alguns dos pontos que interferem diretamente nas chances do comprador conseguir o empréstimo desejado.

Ainda que os valores das taxas praticadas por cada uma das instituições financeiras seja tabelado, é importante que se saiba em qual categoria o imóvel se enquadra. A operação se dará através do SFH ou SFI? Estar bem informado sobre todos os detalhes do financiamento é fundamental para evitar equívocos no momento de comparar as tarifas de cada banco.

Pesquisar é a chave – Atualmente, a diferença na taxa de financiamento de um banco para outro chega a até 3 pontos percentuais. Se pensarmos em um imóvel de R$ 500 mil, com financiamento de R$ 300 mil, a parcela mensal para o cliente que contratou empréstimo no banco com a maior taxa chega a ser de R$ 513,46 a mais que o custo que o cliente que encontrou a menor taxa de financiamento. Ao final do processo de 360 meses, a diferença ultrapassa os R$ 180 mil.

"É natural que o indivíduo interessado em comprar um imóvel se depare com uma infinidade de dúvidas acerca do processo de financiamento. Essa é uma operação que demanda disposição para analisar as taxas do maior número de bancos possível. Por isso, contar com o auxílio de uma assessoria pode ser decisivo no custo que um empréstimo de longo prazo, como é o financiamento imobiliário, terá", afirma o gerente de crédito da Melhortaxa, Diego Romboli.

Já é possível dizer que a crise não é mais uma fase e sim uma realidade para a economia do país. Segundo dados da Anefac, no último mês as taxas de juros das operações de crédito registraram a 21ª alta consecutiva. Com esse cenário de instabilidade, é importante que um investimento do porte de um financiamento imobiliário seja amparado por uma consultoria especializada.

A Melhortaxa oferece assessoria gratuita na busca pelas taxas mais coerentes com o seu perfil financeiro. Faça uma simulação! Nossa equipe de especialistas entrará em contato e juntos buscaremos o melhor caminho desde a procura pelo financiamento imobiliário até a retirada das chaves da sua casa própria!