Como pagar dívidas sem ficar no vermelho?

IPTU, IPVA, licenciamento, são muitos os impostos cobrados no início do ano. Por isso, fique atento e se organize financeiramente para não ficar no vermelho

Para começar o novo ano com o pé direito, você deve saber como pagar dívidas atrasadas e se livrar de vez desse pesadelo. Muitas vezes, nossos débitos com as instituições financeiras envolvem mais os juros acumulados por conta do atraso do que o valor total concedido.

Normalmente, algumas despesas extras afetam o bolso do consumidor nos primeiros meses do ano e, por esse motivo, é preciso se planejar financeiramente e não deixá-las em atraso. Conheça algumas dicas sobre como sair do vermelho e por que o refinanciamento pode ser a melhor opção ao seu bolso!

Principais impostos pagos todo início de ano

Todo começo de ano, diversos impostos precisam ser pagos à vista ou parcelados à prefeitura municipal. Por isso, é muito importante já ter uma reserva financeira e quitá-las rapidamente, sem deixar nenhum débito em aberto. Dentre os principais tributos, estão:

  • IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano): cobrado pelas prefeituras municipais, esse imposto é calculado sobre o valor venal do terreno onde um imóvel está construído. Seu pagamento pode ser tanto à vista, quanto parcelado;
  • IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores): cobrado pelos governos estaduais, esse imposto pode ser pago à vista até uma data limite. Após esse vencimento, automaticamente sua cobrança é parcelada,
  • Licenciamento: dependendo do estado, seu pagamento ocorre juntamente com o IPVA no início do ano. Porém, dependendo do número final da placa do veículo, o imposto pode ser pago em outros meses.

Dicas de como organizar suas contas e se livrar das dívidas

Sair do vermelho e colocar as contas em dia pode ser muito mais fácil caso siga algumas dicas sobre como se planejar financeiramente. Conheça com mais detalhes, cinco pontos importantes sobre como organizar suas economias!

1- Evite gastos considerados superficiais

Os famosos gastos superficiais são os primeiros a serem cortados de sua rotina caso queira eliminar as dívidas atuais. Como, muitas vezes, são usados cartões de crédito, o controle do salário mensal fica mais difícil, levando as pessoas a gastarem mais do que propriamente ganham.

Uma dica, nesse caso, é dar preferência por compras no débito ou em boletos bancários à vista — muitas vezes com desconto no preço final. Ainda, separe os itens julgados necessários no dia a dia e os comprados apenas porque “estão na moda”, e comece a ter um maior controle do seu orçamento.

2- Antecipe parcelas das dívidas usando o 13º salário e o FGTS

Dependendo da situação, é possível pagar duas ou mais parcelas do empréstimo de uma só vez usando o FGTS (Fundo de Garantia) e o 13º salário recebido no fim do ano. Para isso, se informe sobre em quais situações é possível fazer uso desses recursos e tente renegociar dívidas.

3- Verifique quanto do seu orçamento é usado no pagamento das dívidas

O pagamento das parcelas do empréstimo não pode ultrapassar 30% da sua renda mensal. Isso porque, caso contrário, pode acabar interferindo em seu orçamento e, muitas vezes, será preciso ter um controle maior das despesas ao longo do mês para não deixar nenhuma prestação em atraso.

4- Monte uma planilha com todos os saldos devedores

Em nome de uma melhor organização das suas dívidas, uma dica é separar em uma planilha toda a entrada e saída de dinheiro ao longo do mês. Nela, será possível listar desde os gastos envolvendo contas de luz e água até o quanto será preciso deixar de lado para quitar o empréstimo.

Assim, caso o volume de gastos seja maior em relação a renda mensal obtida, será mais fácil verificar quais custos poderão ser cortados ao longo do mês. Outra dica, é constatar se será possível juntar parte do seu salário e investi-lo em aplicações e demais fundos de renda fixa e variável.

5- Tente trocar sua dívida por uma mais barata com o refinanciamento

Uma das melhores dicas sobre como sair das dívidas é tentar trocá-la por uma com juros mais baixos e melhores formas de pagamento. Nesse caso, a melhor solução é optar pelo refinanciamento imobiliário em que você dá seu imóvel como garantia e obtém um volume maior de crédito.

Enquanto os empréstimos pessoais possuem juros que, muitas vezes, atingem mais de 100% a.a, o refinanciamento possui, em média, uma cobrança de 12% a.a. Além disso, no crédito com imóvel em garantia será possível obter até 50% do valor total do bem e um prazo de pagamento de até 20 anos.

Por que contratar um refinanciamento com a ajuda da Melhortaxa?

Se trocar o empréstimo pessoal pelo refinanciamento é vantajoso, com a ajuda da Melhortaxa ele pode ser ainda melhor. Fazendo cadastro em nosso site, uma equipe especializada irá traçar o seu perfil e verificar quais instituições financeiras do país possuem os juros mais baixos do mercado.

A partir daí, oferecemos assistência gratuita desde a prospecção do melhor credor até o momento do cliente fechar negócio. Conte com a ajuda de nossos especialistas para verificar quais instituições possuem as melhores condições ao seu bolso e comece o ano sem estar no vermelho!

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