A fachada é o cartão de visitas da sua casa. É ela quem dá aos visitantes a “primeira impressão” sobre o local, então é importante valorizar essa parte da construção. A escolha do material ou de revestimentos é parte importante disso. Assim como a sua manutenção, que garante que a composição permanecerá bem conservada, livre de infiltrações e fungos causados pela umidade e dos efeitos do sol. 

Aplicando corretamente – Existem uma série de opções para revestir a fachada. Pedra, madeira e tijolinhos aparentes estão entre os mais utilizados, podendo ocupar o espaço total ou parcialmente. Nesse caso, a garantia de um bom resultado começa antes da aplicação dos materiais. Como eles são “colados” na parede, é fundamental, antes, nivelar a superfície através da aplicação de uma argamassa. 

Chuva, sol e vento podem trazer desgastes ao material e comprometer toda a estrutura. Por isso, após a aplicação, é preciso “selar” o revestimento contra esses agentes externos. No caso das pedras, um bom rejunte e a cobertura com resinas de ação antifungo dão o acabamento. Os tijolos devem receber tratamento semelhante, de rejunte reforçado e impermeabilização. Já a madeira não deve ser protegida apenas na umidade e da proliferação de fungos, mas também do ressecamento causado pelo sol. Pesquise bem e descubra qual é o melhor produto para cada um dos materiais.

A tintura simples continua sendo uma boa opção, mas também exige cuidados. No caso de uma parede nova, é recomendado esperar o reboco secar bem, por quatro semanas, antes de começar a pintar. Existem tintas específicas para fachadas, que minimizam os efeitos da água e dos raios solares. Antes de aplicá-la, vale a pena passar um fundo preparador ou selador, que facilita a absorção.

Fazendo a manutenção – A conservação da fachada também depende do tipo de material utilizado. Os tijolos e pedras podem e devem ser limpos com jatos d'água, e é preciso observar o desgaste do impermeabilizante e reaplicá-lo quando necessário. Eventuais rachaduras também merecem atenção. Na madeira o maior perigo é a absorção de água. A resina também deve ser reaplicada após um certo tempo, a depender das características do material e do imóvel – no litoral, por exemplo, a operação precisa ser repetida anualmente. No caso da pintura, é preciso refazer a pintura a cada dois anos em média – não sem antes limpar a parede, corrigir pequenas imperfeições e nivelar a superfície.