Como a queda da Selic afeta o financiamento pessoal

Com a queda da taxa Selic, esse pode ser o momento ideal para conseguir seu crédito pessoal com preços mais baixos

Com a recente queda na taxa Selic, algumas linhas de crédito se tornaram mais acessíveis para o consumidor, fazendo com que muitas pessoas pensem em solicitar um financiamento pessoal, seja para acertar algumas pendências ou realizar antigos sonhos, como o da casa própria, por exemplo. 

Algumas dessas linhas de crédito são o financiamento imobiliário e de automóveis, que apresentam parcelas mais suaves e menores juros devido à diminuição da Selic. Saiba mais como o encolhimento dessa taxa afeta os financiamentos pessoais e se esse realmente é um bom momento para solicitar um. 

Primeiro passo para financiamentos pessoais: a simulação

Antes de fazer qualquer financiamento, um passo crucial é a simulação. Por meio dela será possível perceber quanto da renda mensal familiar será comprometida. Os simuladores de financiamento pessoal são indispensáveis para quem decidiu que precisa desse aporte. 

Independentemente de como estão as taxas de juros atualmente, apenas a simulação será capaz de te demonstrar se você terá condições de arcar com as parcelas do financiamento pessoal ou não. É com a simulação que podemos perceber qual é o valor máximo de parcelas que pode ser pago mensalmente sem afetar suas finanças pessoais.  

Os juros e o financiamento pessoal

O Comitê de Política Monetária (COPOM), que determina a taxa Selic, reduziu-a em 0,5% durante suas últimas reuniões. Em setembro de 2019 a taxa saiu de 6% e foi para 5,5%, sendo novamente reduzida em outubro para 5%. Por ser a taxa básica da economia, sua variação afeta demais juros, inclusive os dos financiamentos. 

A Selic tem outro papel importante, que é o de a regular a inflação. Quando a inflação está alta, o Banco Central aumenta a taxa, assim, o consumo é reduzido. Agora, quando a inflação está baixa, o órgão toma a medida oposta e diminui os juros, estimulando o consumo. 

Saber a inflação é fundamental para quem vai fazer financiamentos, pois ela é a base de um dos fatores que corrige o valor das parcelas ao longo dos anos, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Com a diminuição da Selic, a inflação e os juros caem, facilitando linhas de crédito para o consumidor. 

Portanto, solicitar um financiamento agora pode ser uma boa opção, pois quanto menores as taxas de juros do financiamento pessoal, maior será a economia no longo prazo. Ainda assim, é necessário se atentar! Caso o financiamento seja atrelado ao IPCA e a inflação subir, o valor das parcelas também vai aumentar. 

Lembre-se sempre

A diminuição da Selic faz parecer que estamos em um momento propício para financiamentos pessoais online, mas é necessário lembrar que a economia nacional ainda está se estabilizando, e essa estabilidade pode ou não durar. As dívidas contraídas agora vão durar anos, então é necessário avaliar com calma. 

Quem define o melhor momento para financiar é o planejamento do orçamento. Antes de assumir um financiamento pessoal, deve-se fazer uma simulação para ver o comprometimento da renda, confirmar se há estabilidade no emprego ou uma reserva disponível para pagar o empréstimo em caso de desemprego. 

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