Cálculo de financiamento de imóvel: 6 erros comuns

Fazer um cálculo de financiamento de imóvel antes de contratar o crédito só irá contribuir com seu planejamento financeiro

Durante o planejamento do cálculo de financiamento de imóvel, alguns itens podem passar despercebidos e, no fim das contas, comprometer o orçamento pessoal do contratante. Desde situações simples envolvendo planejamento até gastos excedentes com documentação, tudo precisa ser analisado friamente em nome de um bom negócio!

Por se tratar de uma dívida que pode demorar até mais de vinte anos até ser quitada por completo, o financiamento imobiliário requer muitos cuidados antes de ser feito. Neste post, vamos falar um pouco sobre seis dos fatores a serem analisados durante a contratação do crédito com as menores taxas do mercado!

1- Omitir dívida ativa para a construtora

Para obter melhores condições de pagamento durante a contratação de um crédito imobiliário é preciso ter seu nome limpo e não presente no SERASA. Uma dica, nesse caso, é tentar regularizar a situação, quitando todas as dívidas em atraso, antes de assinar um contrato de financiamento.

Normalmente, os credores costumam avaliar a situação financeira do cliente nos últimos meses antes de concederem qualquer volume de crédito. Por exemplo: se for analisado os 180 dias antecedentes, nenhuma dívida pode estar atrasada neste período, sujando seu nome.

Além disso, não tente omitir nenhuma informação sobre quaisquer dívidas ativas em seu nome. Além de tornar o processo mais burocrático, o prazo para receber o crédito contratado pode demorar mais.

2- Demorar para entregar toda a documentação solicitada pelos bancos

Os bancos costumam fazer uma análise de todos os seus documentos antes de aceitarem financiar seu imóvel. Portanto, ao fazer a solicitação de crédito, já deixe separada toda a papelada e evite o atraso na assinatura dos contratos.

Basicamente, os documentos pessoais solicitados pelos bancos são:

  • RG ou CNH;
  • CPF;
  • cópia do holerite de pagamento dos últimos três meses, pelo menos;
  • comprovante de residência atual (contas de água, luz ou faturas do cartão de crédito),
  • cópia da declaração do Imposto de Renda feita no ano em questão.

3- Comprometer a renda

Fazer um planejamento financeiro é primordial antes de contratar um financiamento de imóvel. Por se tratar de uma dívida longa, é essencial ter uma reserva financeira para ter condições de arcar com as parcelas caso algum imprevisto aconteça e você passe por dificuldades.

Uma das principais dicas é economizar parte do salário todo mês e investir em aplicações de renda fixa ou variável. Além disso, procure sempre comprar produtos à vista em dinheiro ou no cartão de débito, evitando a criação de prestações no crédito e seus juros altíssimos.

4- Contratar parcelas que ultrapassem os 30% da sua renda

Você pode até querer um imóvel cujo valor de mercado ultrapasse o quanto está pretendendo pagar. Mas, diante do seu orçamento financeiro, é melhor adquirir uma propriedade mais barata, vendê-la mais tarde e, junto com o montante acumulado neste intervalo, financiar uma maior.

Tudo isso para evitar gastar mais de 30% de sua renda mensal com as parcelas do financiamento. Caso contrário, corre-se o risco de “cobrir um santo e descobrir outro”, pois ao pagar as prestações, as compras do dia a dia e contas de água e luz, por exemplo, podem ser deixadas de lado.

5- Não considerar os gastos com a documentação

Ao longo dos meses, as parcelas de um financiamento não serão os únicos itens a serem pagos. Isso porque, existem os famosos gastos com documentos e impostos cobrados enquanto o imóvel está em construção ou não possui registro em seu nome.

Dentre os principais tributos a serem pagos estão o ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis), cujo valor pode variar entre 2 e 3% do valor do imóvel, dependendo do município. Ainda, existe o INCC (Índice Nacional de Custo de Construção) pago sobre os materiais e mão de obra usados pela empreiteira durante as obras da propriedade.

Outros gastos envolvem a escritura, registro e matrícula do imóvel em cartório com o propósito de reconhecer sua legitimidade perante um bem. Normalmente, a emissão destas papeladas também precisam ser quitadas pelo proprietário.

6- Não pesquisar qual credor oferece as melhores condições de financiamento

Não pesquisar as taxas de juros do financiamento antes de contratar o crédito é outro erro muito comum cometido pelos brasileiros. No caso, o recomendado é contar com a ajuda da Melhortaxa, capaz de analisar seu perfil e verificar qual credor oferece as melhores condições de crédito.

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